terça-feira, 5 de outubro de 2010

As três coisas necessárias para um bom casamento..(.!?)






Uma senhora de poucos volteios, palavra franca,sorriso solto, atitudes ativas e experiência disse um dia alto e bom som às filhas meninas, certamente interessada em que elas aprendessem as tarefas domésticas:
- Quem quiser se casar tem que fazer bem tres coisas:
arroz bem soltinho,
um bom café e...
arrumar muito bem uma cama!
Entenda-se:
O arroz, aquilo que para nós é o sustento básico, junto com o feijão, que seja saboroso e nutriente, que seja bem solto!
Estaria ela se referindo ao arroz com feijão do casamento, o dia a dia?
Que devesse ser  gostoso, leve e solto?
O café,que também para nós, mineiros, é o que faz a hora receptiva e hospitaleira em que
se recebe uma visita, seria o que poderíamos entender como o "fazer o social", num casamento?
E, por último, mais intimamente, a cama...bem feita... é preciso precisar?
Uma cama bem arrumada, poderia dar  rumo ao casamento?

A receita que hoje postamos, colabora com o café...


Quadradinho de fubá cremoso

Ingredientes
4 ovos
4 xícaras de leite
100g de coco ralado
100g de queijo Minas ralado
½ xícara de amido de milho
1 xícara de fubá (de preferência o mimoso) (um pouco mais de metade da xícara)
2 xícaras de açúcar (1 xicara e meia fica melhor)
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher de fermento em pó químico

Preparo
Bata tudo no liquidificador e asse em uma assadeira untada e polvilhada com fubá em forno médio. Sirva em pequenos pedaços quadrados acompanhado de café coadinho na hora!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

“PIZZA,a legítima!!! E coma com as mãos, se quer mesmo que seja legítima!!!

                           

A receita clássica, sabemos, é a massa do pão.

Pode-se comprá-la pronta ou prepará-la em casa.

Para a massa utilizaremos 800 gramas de farinha; com isso podem-se preparar seis pizzas de tamanho médio (menos ou mais, dependendo do tamanho).

Digamos que para seis pizzas de tamanho médio, esta seja a quantidade certa.

Primeiro, peneiramos a farinha (uma precaução para eliminar corpos estranhos).

Para começar, coloque 60 gramas da farinha sobre uma tábua, mesa ou pedra, formando um monte. Faça um buraquinho no meio desse monte e coloque dentro 40 gramas de fermento para pão, previamente diluído em ½ copo de água morna. Amasse esses ingredientes até que estejam bem misturados. Em seguida faça uma bola dessa massa, coloque numa tigela polvilhada de farinha, faça sobre ela dois cortes em forma de cruz, cubra com um pano e deixe descansar por uma hora em local morno.

Temos, pronta, então, a massa já fermentada. Ponha os 740 gramas restantes da farinha sobre uma tábua, também formando um monte; coloque no meio a massa já fermentada e comece a misturar tudo junto, espalhando sobre ela a farinha das bordas, juntando uma boa pitada de sal e água morna, aos poucos, quando for necessário, para que a mistura não fique muito seca e granulada, mas, ao contrário, se torne  lisa e elástica, macia e consistente.

Agora divida a massa em seis outros montinhos, coloque-os sobre uma superfície enfarinhada, cubra-os com um pano e deixe fermentar. Essa fase pode ser calculada da seguinte forma: quando os montinhos dobrarem de tamanho, estarão prontos para o preparo da pizza.

Coloque então cada um dos montinhos sobre a mesa ou mármore e achate-os, dando-lhes a forma de disco, sovando muito bem cada um deles. Esta é uma operação que serve para tirar o excesso de gás produzida na massa pela fermentação e que poderia prejudicar o cozimento.
Para a clássica escola napolitana, o disco deve ter 3 a 4 mm de espessura, deve ser mais achatado no centro e não precisa ser achatado nas bordas. Desta forma a borda se inchará mais, durante o cozimento, formando o chamado “cornicione”, que tem,  também, a função de manter, mais concentrados, os ingredientes, no meio da pizza.
 Cubra com os ingredientes sugeridos nas receitas, a gosto e leve ao forno.
O forno deve estar quente a, pelo menos 200 graus.
Se estiver mais quente, tanto melhor. O cozimento deve ser muito rápido. O cozimento pode ser controlado pelas bordas e quando a mozzarella  e os outros ingredientes, regados com azeite, ficarem bem luzidios e brilhantes!
E coma com as mãos, se quer comer mesmo uma PIZZA!
          

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Torta da Dona Narcisa! Simplicidade e gostosura!



Esta torta advém de longa data, com sabor de infância, de uma vovó Narcisa, vejam!, que se casou quase menina, com um vovô Alcebíades! Que par! Alcebíades, o amante, que do Banquete de Platão, veio a nascer numa cidadezinha da Zona da Mata até encontrar a pequena mocinha Narcisa, que tocava bandolim...e comia como um passarinho, mas cozinhava com destreza os mais deliciosos doces, que era só do que ela gostava, oferecidos aos dez filhos e aos tantos e tantos netos, nas temporadas de férias, à sombra de mangueiras carregadas! Simplicidade e gostosura!


TORTA DONA NARCISA



1 lata de leite condensado
1 ½ lata de leite de vaca
1 colher rasa de Maisena
3 ou 4 gemas desmanchadas no leite

Faz-se um creme (no fogo).
Não deixe ferver muito, é só enquanto engrossa.
Põe-se num pirex bem grande e deixa-se esfriar.


4 colheres cheias de Nescau
4 colheres rasas de açúcar
1 ½ copo de água.

Faz-se uma calda bem grossa com esses ingredientes e passam-se nela os biscoitos(400 ou 300 grs de biscoito champagne);
Quando estiver fria, colocam-se os biscoitos um a um no pirex onde o creme está frio.

Bater as 3 ou 4 claras em neve com uma lata de creme de leite e uma colher de açúcar.
Pôr por cima dos biscoitos e, depois de frio, colocar na geladeira.

sábado, 25 de setembro de 2010

Bolo na Caneca! Receita divertida para inicativas individuais!





Estar só também pode ser oportunidade de iniciativas individuais! Um bolo desses favorece este momento! Divirta-se!
A brincadeira é que  você bate os ingredientes na própria caneca com um garfo e põe no microondas por 3 minutos. A massa crua é mais mole que a de um bolo normal, mas é assim mesmo. Não aumente a farinha ou terá um bolo duro!

Bolo de caneca


Você prepara na própria caneca que irá consumir e em apenas 3 minutos, no microondas.

Ingredientes:

- 1 ovo pequeno
- 4 colheres (sopa) de leite
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
- 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
- 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
- 1 colher (café) rasa de fermento em pó
 
Modo de Preparo:

- Coloque o ovo na caneca e bata bem com o garfo.
- Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
- Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
- Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.
 
Dicas

- A caneca deve ter capacidade de 300ml.
- A medida de colher é sempre rasa.
- Você pode servir este bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. E pode come-lo quente!

domingo, 19 de setembro de 2010

ICH LIEBE GRIEBE! UM COZIDO ALEMÃO... COM CERVEJA!

Comidas alemãs também fazem nossa alma!
De longinquas histórias e mais próximos parentescos, ouvimos "causos" e receitas, herdamos a glutoneria e o gosto pela feitura de pratos suculentos e consistentes! Tia Noca, Tia Nutchia, Tio Lindolfo, nomes sonoros e substanciais, quase gordos, fisionomias alegres diante da comida farta fazem parte dessa memória! A visita aos açougues do Bairro do Glória, em Juiz de Fora, os chouriços e salames de miúdo de porco (deus nos salve e conserve a certa distância) também.
Este cozido me lembra em bom e sonoro alemão porque "Ich lieb griebe". Ou, Amo Torresmo!



 COZIDO ALEMÃO                                    

farinha de trigo, sal e pimenta do reino a gosto,
1k de alcatra cortada em cubos de uns 2,5 cm,
¼ de xícara de azeite,
6 cebolas de tamanho medio cortadas em rodelas finas,
1 dente de alho picado,
1 colher de salsa picada,
1 folha de louro,
¼ colher de chá de tomilho,
2 ½  xícaras de cerveja,
legumes e folhas variadas, de cores diferentes, para garantir a beleza do prato

            Misture a farinha de trigo com o sal e a pimenta do reino.
            Passe a carne nesta mistura e reserve.Aqueça o azeite numa panela e frite a cebola e o alho até amolecer, sem dourar.Retire-os da panela e reserve
            Coloque a carne na panela e doure-a de todos os lados, acrescentando mais azeite, se necessário. Importantíssima esta “selagem” da carne!
            Adicione a cebola e o alho que ficaram reservados, o louro, a salsa, o tomilho e a cerveja. Tampe e cozinhe em fogo brando até que a carne fique macia, durante mais ou menos por 11/4 de hora.
            Quando a carne estiver praticamente cozida acrescente os legumes que devem ter sido ligeiramente cozidos à parte (batatas, cenouras, vagens, batata baroa, etc) e outros que devem ser colocados pouco a pouco, conforme o tempo que exigem para o seu cozimento (couve flor, brócolis, pimentão,etc) e, por último,quase na hora de servir,(repolho, repolho roxo, etc).
            Use seu gosto e criatividade. Servir com arroz branco, feitinho na hora.


sábado, 18 de setembro de 2010

Um caderno de receitas ou como fazer as pazes com a mãe, a comida e o apetite!



Muitas vezes o amor pelos torresmos é tão intenso que pode acabar virando pelo avesso e, aquele que nos seduz com o prato cheio demais de Pururucas Botrel (lembram-se?) acaba se transformando na “bruxa da comida” , que, no final, na nossa cabeça, vai, fatalmente, querer nos comer também! Tipo João e Maria sabe?
Desta forma, dá um “medão” e a gente acaba por não querer comer direito! Fica meio apavorado e acaba não ligando muito, mais, para a comida.
É lógico que não é uma boa idéia mas naquela hora, como a gente não sabe muito bem de outras idéias melhores, a gente acaba acolhendo essa mesmo!

Foi assim que eu,  menininha de 6 anos, parei de comer direito. Virei a “Menina luxenta do livro de histórias”, aquela que nada aguçava o apetite. Quando minha mãe perguntava,  e era toda hora:
-Você quer isso?Você quer aquilo? E isso você come?
E assim por diante.
Tinha muita gente triste com essa história e precisávamos arrumar um jeito de ajeitar as coisas.
Então minha dinda, que era minha irmã mais velha teve uma ótima idéia. Ela apostava que funcionaria bem essa idéia.
 Um belo dia propôs o seguinte:
-Vamos fazer um caderno de receita para darmos pra mamãe no dia das mães?
 Eu devo ter concordado, não me lembro, mas sei que tive muito prazer em escolher o caderno, encapá-lo com um plástico verde, fazer uma dedicatória na primeira página e depois passar vários dias achando gravuras de comidas gostosas, recortando-as para colar nas folhas internas do caderno no intuito de enfeitá-las.
Mas o melhor dessa empreitada foi o movimento de fazer as pazes com a mãe, com a comida e com o apetite, além de propor, no intervalo, a escrita das receitas.
Muito importante isso: fazer um espaço de escrita entre nós, que não fosse no corpo a corpo!
Dentre as várias imagens que colei naquele caderno e que hoje me vem a mente, uma suculenta sopa de ervilha se destaca.
 Não sei se existia a receita de tal sopa mas isso realmente não importa. Hoje posso procurar por uma e é isso que quero passar pra vocês!

 1 pacote de sopa de ervilha
1 litro 200 ml de água
200 g de ervilhas congeladas batidas no liquidificador
2 colheres de sopa de manteiga
Sal e pimenta do reino moída na hora
1 cebola picada
200 g de bacon picadinho e bem fritinho
Torradinhas de pão italiano para acompanhar

Em uma panela refogue a cebola na manteiga, junte as ervilhas processadas e acrescente a água. Quando estiver quente coloque a sopa creme e não pare de mexer. Deixe ferver até engrossar e aí junte o bacon fritinho e em cubos. Agora coloque os temperos e sirva com pão italiano torrado.


(contribuição de uma menininha, hoje moça, a quem sofra de falta de apetite por razões similares!)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

AOS SÁBADOS OU DOMINGOS, CHILLI... UMA DELÍCIA HOT !

CHILLI, DELICIA HOT
Esta receita, quem "me aplicou" foi um cozinheiro, à época iniciante, mas cheio de entusiasmo. Acrescentou por conta dele (e isso é o primeiro sinal de que há um cozinheiro no pedaço!), linguiça de frango à receita, o que vocês podem também fazer. Transmissão muito eficiente! Prato bom para sábado ou domingo! Prato legal pra muita gente!

Chili

INGREDIENTES:
1/2 kg de feijão carioca
1/2 kg de carne-moída
1 lata grande de extrato de tomate
5 tomates médios bem picadinho
3 cebolas médias bem picadinho
400 g de bacon bem picadinho
1 maço de cheiro verde bem picadinho
molho de pimenta vermelha picante
sal a gosto.
É ACOMPANHADO DE ARROZ BRANCO. SE QUISER,UMA FAROFA DE COUVE.

Pode ser servido como prato único.

MODO DE PREPARO:

Cozinhe o feijão normalmente, escorra numa peneira.

O caldo,  reserve pois vai-se usar só um pouco, só o suficiente  para o prato não ficar seco.

Em uma panela grande (adoro usar aquelas de barro, grandes e mais rasas) coloque o bacon picado e frite muito bem até dourar.

Em seguida coloque a cebola também picadinha e doure muito bem.

Depois coloque a carne-moída e vá refogando até que toda a água da carne se enxugue, ela tem que ficar bem sequinha, mas sem queimar.

Em seguida coloque os tomates bem picados e refogue até que se desmanche totalmente.

Depois acrescente o extrato de tomate, a lata toda e misture tudo muito bem.

Experimente o sal, tempere a gosto.

Coloque a pimenta vermelha a gosto e em seguida acrescente o feijão já cozido,mas sem amassar os grãos.

Despejar todo o feijão e misture tudo muito bem. Nesta etapa deixe o fogo bem baixo para não secar muito ou até mesmo queimar.

E por ultimo acrescente o cheiro-verde bem picadinho.

E está pronto.

Se preferir não coloque o molho de pimenta vermelha em toda a receita, mas sim ao prato quando for servir, fica ao gosto de quem vai degustar.

Não esqueça da verdadeira pimenta mexicana! O chilli!